9 de dezembro de 2016 | 12h19

Mutirões contra o mosquito transmissor da dengue continuam pela cidade

A Prefeitura está promovendo diversas ações de prevenção e combate ao mosquito transmissor da Dengue

DENGUE-MATA_ilustraCom o objetivo de conscientizar sobre os riscos que a Dengue, a febre Chikungunya e a doença aguda causada pelo vírus Zika, transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, trazem para a população, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, está promovendo diversas ações de prevenção e combate ao mosquito transmissor.

Equipes compostas por profissionais da rede municipal de saúde percorrem, aos sábados, os bairros mais populosos ou com casos suspeitos, realizando vistorias nas casas com o objetivo de identificar possíveis criadouros de mosquitos (recipientes e locais onde possa ocorrer acúmulo de água), além de fazer a coleta de larvas para análise. Os agentes também promovem ações educativas para conscientização da população com orientação aos moradores e distribuição de material sobre o tema.

Até o momento, já foram realizadas 47.380 visitas nos seguintes locais: Alvinópolis, Alvinópolis II, Atibaia Jardim, Caetetuba, Centro, CTB, Jardim Alvinópolis, Jardim Alvinópolis II, Jardim Brasil, Jardim Cerejeiras, Jardim Colonial, Jardim do Lago, Jardim III Centenário, Jardim Imperial, Jardim Itaperi, Jardim Jaraguá, Jardim Tapajós, Loanda, Maracanã, Parque das Nações, Parque dos Coqueiros, Recreio Estoril, Tanque, Vila Santista, Vila São José e Vila Thaís. A próxima ação está marcada para este sábado (10) no bairro Jardim Alvinópolis.

Mais de 37% dos imóveis nesses locais não puderam ser vistoriados pelos agentes por fechamento ou recusa por parte dos moradores. A Secretaria de Saúde conta com a colaboração de toda a população e pede para que, após a identificação dos funcionários da Prefeitura, os munícipes permitam a entrada dos agentes em seus imóveis para vistoria e orientação, ressaltando que serão observados apenas os possíveis criadouros.

Durante a semana, também são realizadas visitas casa a casa, dando prioridade às regiões com maior incidência de casos da doença; em pontos estratégicos, que são estabelecimentos com mais possibilidade de criadouros, como cemitérios, floriculturas, depósitos e imóveis especiais; e em locais onde há grande circulação de pessoas, como escolas, hotéis, parques. Quando detectado caso suspeito de dengue, a Prefeitura realiza a atividade de bloqueio de controle de criadouros, efetuando busca ativa na região onde houve a ocorrência.

A Prefeitura orienta que cada munícipe reserve pelo menos 10 minutos da semana e faça a vistoria em toda a sua casa (quintal, varanda, laje e inclusive o interior), à procura de pontos de acúmulo de água. Para combater o risco é necessário eliminar os criadouros ou modificá-los, impedindo que sirvam para a proliferação do mosquito.

Os locais onde o mosquito costuma colocar seus ovos e que devem ser checados são: ralos, vasos sanitários de pouco uso, piscinas, caixas d’água, calhas, bandejas de ar-condicionado e de geladeira, pratinhos de plantas, os próprios vasos, garrafas PET e de vidro, baldes, saquinhos plásticos, pneus e lonas.

A Prefeitura também recomenda que os moradores coloquem areia nos pratinhos de planta; mantenham garrafas sempre viradas para baixo; guardem pneus em locais cobertos; joguem no lixo todo objeto que possa acumular água parada e verifiquem se a caixa d’água está bem fechada.

Brigada contra o Aedes aegypti

No mês de novembro, servidores municipais da Prefeitura de Atibaia participaram de treinamento para formação de “Brigada contra o Aedes aegypti”. Os funcionários destacados para essa tarefa aprendem a parte teórica do trabalho, ministrada por funcionários da Secretaria de Saúde, e saem a campo, nas próprias secretarias onde trabalham, à procura de possíveis focos do mosquito.

Com a formação das brigadas, os servidores irão vistoriar, periodicamente, os próprios municipais ligados à pasta onde trabalham. O intervalo ideal é de sete dias – uma vez na semana. A proposta é que os funcionários estimulem os colegas a manter o ambiente livre de criadouros para o mosquito transmissor. A sugestão é que seja feito um rodízio entre os funcionários, de forma que todos se apropriem da ação e levem esta ideia para suas casas. As brigadas foram criadas pelo Decreto Estadual nº 62.130, de 29 de julho de 2016.

print